Category Archives: Ambiente

Dia Mundial da Água

 @Ciência Hoje

Um dia para recordar.

A iniciativa “Limpar Portugal”, foi um sucesso! Segundo a Coordenação Nacional deste projecto,  foram recolhidas 70 mil toneladas de lixo, depositado nas florestas portuguesas. O Projecto Limpar Portugal, contou com o apoio de cerca de 100 mil voluntários, e de várias entidades públicas e privadas, que desde cedo mostraram-se  entusiasmados com esta iniciativa, que tinha como grande objectivo, não só, a recolha do lixo nas matas, mas também, sensibilizar a sociedade  em relação à sua interacção com o meio ambiente.

A todos aqueles que participaram nesta iniciativa, um bem haja. Sem o vosso contributo, nada disto era possível.

Sismo volta a fazer vitimas, desta vez no Chile

Lagos, a cidade-lixo.

O lixo electrónico destinado à reciclagem está a ser exportado ilegalmente do Reino Unido para a Nigéria, reporta a Greenpeace. Segundo a organização, o país africano está a ser alvo de despejos ilegais provenientes de diversos países que, desta forma, estão a prejudicar o território nigeriano.


A Greenpeace refere que milhares de electrodomésticos e de outro tipo de equipamentos provenientes da Europa são despejados diariamente em África, independentemente das leis comunitárias para o tema.


A organização, frisa ainda que a Europa, Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul são as nações que mais utilizam os países africanos e outros subdesenvolvidos como aterros de material electrónico, nomeadamente as regiões da Nigéria, Gana, Paquistão, Índia e China.


@http://tek.sapo.pt/

Amazónia em estado alarmante.

A Amazónia, considerada o pulmão do mundo, encontra-se neste momento, em situação alarmante devido às mudanças climáticas, ocorridas nos últimos 6 meses naquele zona. Segundo o serviço geológico do Brasil, estas alterações climáticas, tanto a nível de inundações, como de secas, que já não ocorriam na Amazónia, há mais de 100 anos, são consequência do fenómeno El Nino, que tem afectado várias regiões do globo.

Esta variabilidade do clima tem como consequências, o aparecimento de fenómenos como as inundações, que tem  destruído centenas de casas, desalojando  milhares de pessoas, e também a fenómenos, como as secas,  que tem levado milhares de pessoas, a sofrer de escassez de alimentos e de àgua durante vários meses consecutivos naquela região.

Quercus-Stop Global Warming

Adiar, adiar adiar.

Crédito: AFP

Quando se apela, para mudança de politicas ambientais, as duas nações que são as maiores responsáveis actualmente, pelo aumento  do aquecimento global, recusam,negam, adiam, o compromisso vinculativo para  mudar as suas politicas ambientais. Depois do fracasso de Quioto, a Cimeira de Copenhaga, poderá também, vir a ser um fracasso. O provável insucesso nas negociações na Cimeira de Copenhaga, demonstra, por um lado, que os lobbies da economia americana, continuam a ter muita influência nas decisões politicas do governo americano, e por outro, que a China não deseja abrandar o seu crescimento económico, caminhando a passos largos, para se tornar, a par dos EUA, as maiores potências industriais.

Mais informações em: http://www.elpais.com/articulo/internacional/EE/UU/China/hacen/fracasar/Copenhague/elpepuint/20091115elpepuint_8/Tes

Marcio Santilli e a " redução compensada".

Márcio Santilli, é filosófo e sócio-fundador do Instituto Socioambiental, e coordenador da Campanha Y ‘Ikatu Xingu, umas das actividades mais importantes na restauração e conservação florestal no Brasil. Cito o seu nome, porque foi nomeado como um dos “Heróis do Meio Ambiente 2009”, pela revista Times, em reconhecimento do seu trabalho, de promoção da “redução compensada” de emissões de gases de efeito estufa provenientes da desflorestação.


A ideia visionária de Santilli, é de “compensar” as nações que reduzirem, as suas taxas de desflorestação abaixo da média histórica através de licenças de emissão que podem ser negociados no mercado de carbono. A compensação viria depois de 2012 e somente quando houver confirmada a redução por meio de imagens de satélite.

Clima: Ban Ki-moon alerta que o mundo “está a avançar para o abismo”


O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, alertou no passado dia 3 de Setembro na Conferência climática mundial, em Genebra, que o mundo “está a avançar para o abismo” devido à intensificação do fenómeno das alterações climáticas.
“Temos o pé pregado a fundo no acelerador e dirigimo-nos para o abismo”, disse Ban Ki-moon na 3ª conferência da ONU sobre Clima, que decorreu em Genebra entre 31 de Agosto e 4 de Setembro.

O secretário-geral da ONU, que chegou do Árctico onde constatou os impactos das alterações climáticas, lamentou que, durante anos, os cientistas tenham sido acusados de serem alarmistas. “Mas os verdadeiros alarmistas são aqueles que dizem que não podemos agir pelo clima porque isso iria abrandar o crescimento económico”.

“Não têm razão. As alterações climáticas podem desencadear um desastre massivo”, acrescentou, preocupando-se com os milhões de pessoas que vivem nas zonas costeiras um pouco por todo o mundo, ameaçadas com a subida do nível médio do mar. “O que vão eles fazer quando as tempestades empurrarem o mar terra adentro? Para onde hão-de ir?”.

Ban ki-moon pediu maior rapidez nas negociações para travar o que diz ser um desastre económico e um aumento médio dos níveis do mar que pode chegar até aos dois metros em 2100. “Vamos pagar um preço alto se não agirmos”.

“Mas apesar das evidências… apesar da ciência… apesar dos apelos de economistas, continuamos a ter de lidar com a inércia”, criticou.

Colocando as suas esperanças num encontro internacional de alto nível organizado pela ONU em Nova Iorque, a 22 de Setembro, Ban Ki-moon lamentou a lentidão e o carácter limitado das negociações no âmbito da cimeira de Copenhaga, em Dezembro. Daqui deverá sair um sucessor do Protocolo de Quioto, que expira em 2012.

“Restam-nos apenas 15 dias de negociações (em Nova Iorque) antes de Copenhaga. Não nos podemos contentar com progressos limitados. Precisamos de progressos rápidos”.

“Em Nova Iorque espero discussões sinceras e construtivas. Espero que os dados sejam lançados e espero resultados importantes”, lançou o secretário-geral da ONU perante os representantes e ministros de cerca de 150 países participantes na conferência em Genebra.

“A resposta é um crescimento (económico) verde, um crescimento sustentável”, insistiu.

“Precisamos de uma política que ponha um preço no carbono, de uma política que envie um sinal forte do mercado às empresas pioneiras para um futuro com baixo carbono”, preconizou.

“Precisamos de um programa de investimento público para as energias renováveis. Precisamos de transferências de tecnologia para uma maior eficiência energética”, acrescentou.

“O IPCC [Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas] estima que o investimento para atingir os nossos objectivos em matéria de emissões (de gases com efeito de estufa) represente apenas dois por cento do PIB mundial, anual, até 2030”, lembrou. Um tal investimento significará “menos poluição, uma melhor saúde pública, uma melhoria da segurança alimentar, menos riscos de emigrações em massa e instabilidade política e mais empregos na economia verde”, salientou.

“O apoio político ao combate climático está a aumentar, mas ainda não depressa o suficiente”.

Os delegados na conferência em Genebra deverão aprovar um novo sistema para melhorar a monitorização e informação sobre o clima, para ajudar todas as pessoas, desde os agricultores aos investidores em energia.

A conferência de Genebra deverá criar uma Rede Global para os Serviços Climáticos para ajudar o mundo a adaptar-se a mais inundações, incêndios, secas, aumento do nível do mar e mais doenças. Segundo os peritos, uma melhor previsão das chuvas no Botswana, por exemplo, está a permitir aos médicos fornecerem redes mosquiteiras antes do aparecimento dos insectos que transmitem a malária.

No âmbito das propostas em cima da mesa, a Organização Mundial de Meteorologia formará uma equipa de conselheiros que terão um ano para apresentar a forma de funcionamento dessa rede.

Estratégias da União Europeia

@ Agências Internacionais

Quando se quer, consegue-se!

Dia Mundial dos Oceanos

Hoje é dia 8 de Junho e voltamos a celebrar o Dia Mundial dos Oceanos. Desde a Conferência sobre Ambiente e Desenvolvimento em 1992 no Rio de Janeiro, que esta data é assinalada por milhares de pessoas em todo o mundo. No ano passado, reconhecendo a urgência de preservar este recurso, as Nações Unidas oficializaram este dia.

Os oceanos e mares são responsáveis pela absorção de 30 a 50% do dióxido de carbono emitido no planeta e produzem mais de metade do oxigénio que respiramos. Literalmente, se os nossos oceanos morrerem, com eles desaparece a vida na Terra. Este ano, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, convoca-nos com o tema “Nossos Oceanos, Nossa Responsabilidade” e lembra que a responsabilidade de salvaguardar este pulmão planetário é de todos nós.

Anualmente, cerca de 27 milhões de toneladas de vida marinha são novamente devolvidas ao mar já sem vida, como consequência da pesca destrutiva e indiscriminada. Este desperdício é o equivalente a afundar cerca de quarenta navios Titanic com lotação máxima por semana, mais de 5 navios por dia! Este é apenas um exemplo das inúmeras ameaças que o ambiente marinho enfrenta.

Neste momento, existem mais de 3,5 milhões de embarcações de pesca a navegar nos nossos oceanos. Ao mesmo tempo que o perigo de colapso dos recursos provenientes do mar começa a ser amplamente divulgado, surge cada vez mais oferta para um mercado de peixe sustentável, demonstrando que é possível alterar a indústria da pesca.

Fonte: http://www.greenpeace.org/portugal/

Ambiente

A desflorestação provocada pelo aumento das emissões de gases com efeito de estufa, da produção agrícola e da produção industrial já provocou, de acordo com os ambientalistas, a destruição de 20% da vegetação do Pantanal, no Brasil.